quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Forte temporal castigou município de Santarém

Uma forte chuva que iniciou por volta de 05 horas desta quarta-feira, 29, causou diversos problemas em várias ruas e bairros de Santarém, no Oeste do Pará. Galerias e esgotos entupidos, ruas alagadas e casas inundadas foram observadas por quem trafega nos principais bairros e vias da cidade. Por conta da enxurrada, alguns ônibus que trafegam em bairros periféricos deixaram de cumprir o itinerário devido a precariedade das ruas.

  

Pessoas que trabalham no centro da cidade tiveram dificuldades para se locomover até o local. Quem precisou se deslocar de sua casa para outros lugares enfrentou diversos problemas por conta da gravidade de inúmeros buracos e alagamentos provocados por esgotos entupidos por lixo.


A Defesa Civil informou que recebeu vários comunicados de ruas inundadas e casas invadidas pela força da enxurrada. Entre os bairros mais atingidos, foram registrados alagamentos em casas e ruas do Santarenzinho, Mapiri, Grande Prainha e Maracanã. Motoristas reclamaram do surgimento de centenas de buracos nas principais ruas da cidade, por causa da chuva.

Além da Defesa Civil, várias ocorrências foram registradas pelo plantão do Núcleo Integrado de Operações (NIOP), através do serviço 190, acionando o Corpo de Bombeiros para prestar o atendimento aos moradores atingidos pelo temporal em diversos bairros.

Segundo o tenente do 4º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM), Da Silva, foram detectadas várias situações durante o temporal, onde a guarnição do Corpo de Bombeiro prestou o socorro, principalmente em residências alagadas, onde várias árvores foram derrubadas.

Equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura (SEMINFRA) estão nas ruas de Santarém, realizando trabalho de limpeza, devido aos entulhos trazidos pela enxurrada, que ocasiona, inclusive, queda de árvores no bairro da Prainha. Estudantes ficaram impossibilitados de ir às escolas; os poucos que tentaram se arriscar ficaram completamente molhados e tiveram que voltar para suas casas. Muitas escolas também fecharam as portas.

A Capitania dos Portos avisa do perigo que as embarcações estão correndo se algum comandante se arriscar em navegar pelos rios Amazonas e Tapajós. Além da péssima visibilidade, há riscos das embarcações serem atingidas por troncos de madeira que se desprendem dos barrancos.

O temporal não tem hora para terminar e calcula-se um grande prejuízo na cidade, principalmente no comércio, onde muitas lojas estão fechadas e outras foram invadidas pelas águas da chuva. Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e Samu estão em alertas para atender qualquer pedido de ajuda.


Fonte: RG 15/O Impacto

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