terça-feira, 23 de abril de 2013

Enchentes: Eliene reúne com Bombeiros e Defesa Civil



Depois da enchente, os prejuízos e o trabalho de limpeza. Pelos locais onde a água invadiu as casas, as famílias começaram a trabalhar cedo para retirar a lama que se acumulava por todos os lados. Nas ruas, o lixo trazido pela enxurrada e em outros pontos a grande quantidade de resíduos que vêm sendo jogados pela própria população.

Foto: Gilson Vasconcelos
Na chamada lagoa do Pai Velho, ainda podem ser vistos os resíduos; alguns móveis ainda permanecem no mesmo local e, na primeira oportunidade, podem descer levados pela água e vão entupir os bueiros e outras passagens de água. A poluição que invade a cidade também foi ponto discutido nesta reunião entre a prefeita Eliene Nunes, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil Municipal. A ideia é montar estratégias de atendimento às famílias que foram afetadas pela enchente.


Foto: Gilson Vasconcelos
As chuvas que caíram sobre Itaituba no último final de semana acumularam mais de 170 milímetros, segundo o serviço de meteorologia. O relatório aponta que o volume de água que caiu apenas em dois dias foi maior do que o previsto para três meses. Com isso, a cidade foi apanhada de surpresa, e foram muitos os transtornos, forçando a Prefeitura a criar ações emergenciais. O Corpo de Bombeiros desenvolveu um trabalho de acompanhamento e atendimento às famílias, e reforça que todos devem estar preparados.

Apesar de terem sido registradas várias situações de emergência, de acordo com a Prefeitura, ainda não há motivo para que seja decretado estado de alerta, emergência ou calamidade. A afirmação foi reforçada pelo deputado Dudimar Paxiúba, que se comprometeu em encaminhar a demanda para Brasília, se preparando para uma eventual situação de maior gravidade.

Foto: Gilson Vasconcelos
Ações - A secretária de Assistência Social, Uzalda Miranda, informou que, pelo menos, 12 famílias foram expulsas de suas casas pela enchente. A essas famílias a Secretaria dispensou atenção especial, disponibilizando acomodações adequadas. Em alguns casos também está sendo utilizado o chamado "Aluguel Social", no valor de R$ 250,00 por família pelo período em que durarem os transtornos da enchente. "Mas eu gostaria de solicitar às famílias que ainda não foram contatadas pela Secretaria e que também estão se sentindo prejudicadas pela enchente que nos procurem. E, quanto àquelas que estão resistindo em deixar suas casas, nós solicitamos que obedeçam ao que diz a regra. Nós não queremos problemas maiores. Por isso temos que dar a essas famílias uma acomodação em conformidade com sua necessidade, evitando, inclusive, danos à saúde", resumiu a secretária.



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